No ofício, o Sinpol ressalta que não há atendimento ambulatorial ou médico nas delegacias; que, de fato, há um alto índice de infecção por gripe e COVID-19, como ocorre em todo o País e que vê a situação com preocupação, uma vez que os policiais civis já colaboram com o sistema prisional, custodiando presos sem condições físicas e humanas enquanto aguardam o acolhimento pelos estabelecimentos de competência.
“Não podemos permitir o represamento e a volta de situações que vínhamos superando, com delegacias superlotadas, especialmente em um momento de pandemia como o que vivemos. Lembramos que são também espaços de atendimento ao público e precisamos zelar pelos policiais e toda a sociedade”, observa o presidente do Sinpol, Alexandre Barbosa.







