O discurso esboçado para o presidente eleito também inclui, segundo aliados do petista, uma defesa das instituições democráticas e um chamado à união nacional.
O petista também deve fazer referência ao período de Jair Bolsonaro à frente da Presidência da República, defendendo uma reconstrução nacional.
Sobre a passagem da faixa presidencial, Pimenta disse que é um momento simbólico e que é difícil ter uma pessoa que possa simbolizar o povo brasileiro, já que Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão não estavam presentes.

Na hora de assinar o termo de posse – documento que o formaliza como presidente –, Lula pediu a palavra e disse que usaria uma caneta com valor sentimental, e não a disponibilizada pelo Congresso.
“Eu estou vendo aqui o ex-governador do Piauí, companheiro Wellington [Dias], eu queria contar uma história. Em 1989, eu estava fazendo comício no Piauí. Foi um grande comício, depois fomos caminhar até a igreja São Benedito. Ao terminar o comício, um cidadão me deu essa caneta e disse que era para eu assinar a posse, se eu ganhasse as eleições de 1989.”
“Eu não ganhei as eleições de 1989, não ganhei em 1994, não ganhei em 1998. Em 2002, eu ganhei as eleições e, quando cheguei aqui, tinha esquecido a minha caneta e usei a do senador Ramez Tebet.”
“Em 2006, assinei com a caneta aqui do Senado. Agora, eu encontrei a caneta. E essa caneta aqui, Wellington, é uma homenagem ao povo do Piauí”, contou Lula.







