A presença do presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Marcelo Bertoni, na nova diretoria da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), fortalece a representatividade do estado em pautas estratégicas do agronegócio nacional.
Bertoni foi eleito 1º vice-presidente de Secretaria na chapa encabeçada por João Martins, reeleito para presidir a CNA no quadriênio 2026-2029. Para o dirigente, o novo cargo representa um passo importante para garantir voz ativa aos produtores sul-mato-grossenses nas principais decisões do setor.
“Esse é um passo importante para fortalecer a representatividade dos produtores rurais do nosso Estado nas principais decisões que envolvem o agro, dentro e fora da porteira”, afirmou Bertoni.
O presidente da Famasul destacou ainda que a posição na diretoria nacional beneficia não apenas Mato Grosso do Sul, mas todo o país.

“Compor a diretoria da CNA é muito importante para MS, mas também para outros estados. Nós temos uma vocação natural para o agronegócio. Mesmo sendo um dos estados mais jovens do Brasil, somos referência em sustentabilidade”, ressaltou.
Entre as pautas prioritárias que devem ganhar destaque com a nova composição estão regularização fundiária, segurança jurídica, questões tributárias e desenvolvimento sustentável, temas que refletem a realidade de Mato Grosso do Sul e também de outros estados produtores.
“Essa presença reforça a abertura de levar à CNA demandas que são muito próprias de Mato Grosso do Sul, mas que também são pautas em comum com outros estados”, explicou.
A Famasul tem atuação expressiva em todo o país, com participação de sua equipe técnica e diretoria em quase 300 conselhos, comissões e colegiados, sempre com o objetivo de fortalecer o setor e garantir avanços para o produtor rural.
“Iremos trabalhar incansavelmente para que Mato Grosso do Sul tenha voz ativa na construção de políticas públicas, junto ao Congresso Nacional, defendendo o direito de propriedade, a segurança jurídica e soluções que atendam às diferentes realidades dos produtores rurais”, completou Bertoni.







