Mato Grosso do Sul registrou no boletim epidemiológico divulgado pela SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde) nesta quarta-feira (25) com 3.058 casos confirmados. Com isso, o surto de chikungunya instalado nas reservas indígenas de Dourados, cidade distante 225 quilômetros de Campo Grande, pode estar avançando pelo Estado.
Boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (25) mostra que o Estado acumula 3.058 casos prováveis de chikungunya e 1.452 casos já confirmados.
Avanço pelo Estado
Dos casos confirmados, Fátima do Sul passou Dourados. São 477 casos, contra 368 em Dourados. Em Jardim, são 209 casos e, em Sete Quedas, 85. Bonito, que teve a primeira morte confirmada neste boletim, registra 52 casos de chikungunya confirmados.
A cidade é seguida por Aquidauana, que tem 42 casos; Vicentina, com 29; Guia Lopes da Laguna, com 24; Corumbá, com 14; Nioaque, com 12; Itaporã, com 9; e Maracaju e Três Lagoas, com 8 casos. Campo Grande aparece com um caso confirmado.
Antes líder, a maior parte dos casos em Dourados estava na Reserva Indígena da cidade, principalmente nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Ao todo, 27 pessoas estavam internadas ontem (24), no município, com confirmação da doença.
Entre as outras quatro mortes registradas, há outro bebê, de três meses, que morreu no dia 10 de março. As outras vítimas de chikungunya em MS são idosos: uma mulher de 69, com morte registrada em 13 de fevereiro; um homem de 73 anos, que morreu em 9 de março; e outra mulher, falecida aos 60 anos, em 12 de março.