Uma nova investigação de suspeita de gripe aviária está em andamento no município de Bonito, distante 259 quilômetros de Campo Grande. O caso envolve ave de criação doméstica, sem definição, até o momento, se o animal investigado seria uma galinha ou pato.
A ocorrência está classificada como exploração doméstica, o que, em caso de confirmação, tende a ter impacto limitado, diferente de situações envolvendo granjas comerciais. Nesses sistemas produtivos, a confirmação da doença pode gerar restrições sanitárias e comerciais mais amplas.
O município já havia registrado um foco da doença em setembro de 2023, também em ave doméstica criada para subsistência. Na ocasião, o vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) foi confirmado em uma galinha em propriedade rural.
Como medida sanitária naquele episódio, todas as aves do local foram sacrificadas e houve monitoramento em um raio de até 3 quilômetros, com ações de vigilância ampliadas em até 7 quilômetros ao redor da propriedade.
Apesar do histórico, autoridades sanitárias reforçam que casos em aves de subsistência ou silvestres não alteram o status sanitário do país nem geram restrições ao comércio internacional de produtos avícolas. O consumo de carne de frango e ovos segue considerado seguro.







