A interdição faz parte de uma obra de mais de R$ 11,7 milhões executada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) em parceria com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). Conforme o Governo do Estado, a escolha pelo período visa reduzir o impacto para quem depende da rodovia, já que o fluxo de veículos é menor nesse horário.
Desta forma, a Agesul orienta motoristas, transportadoras e moradores a programarem as viagens com antecedência e respeitarem a sinalização instalada no trecho. Caso seja necessário o tráfego de ambulâncias ou veículos da segurança pública, haverá a adoção de medidas junto a equipes de apoio para garantir uma passagem segura.
Além disso, o tráfego na ponte já opera em meia pista, em sistema de pare e siga, desde junho. As interdições totais, contudo, costumam ser programadas e comunicadas com antecedência para que a população possa se organizar. Com 1.890 metros de extensão, a ponte sobre o Rio Paraguai é uma das principais ligações de acesso a Corumbá e à região do Pantanal.
“Estamos avançando para uma recuperação completa da estrutura, com soluções definitivas e tecnologia adequada. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal, e nosso compromisso é garantir segurança e durabilidade para quem depende dela diariamente”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara de Carvalho.