Para o andamento das obras da segunda etapa do Reviva Campo Grande, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) interditou parcialmente a rua 13 de maio, entre a General Melo e Avenida Mato Grosso.

As interdições acontecem do lado esquerdo da via, passando em frente ao Prontomed da Santa Casa.

A entrada e saída de ambulâncias permanecem liberadas. A previsão é que o trecho permaneça em obras por 10 dias.

Liberação

No sábado (24/7), está prevista a abertura da Rua Antônio Maria Coelho com a Rui Barbosa.

Na segunda-feira (26/7), a Prefeitura prevê a liberação de mais um trecho em obras na área central da cidade, a Rua 13 de Maio, entre a Eça de Queiroz e Travessa Coronel Mario Pinto Peixoto.

Reviva

A revitalização do microcentro engloba 21 quilômetros de via, envolvendo o quadrilátero que vai da Avenida Fernando Corrêa da Costa até a Avenida Mato Grosso, e da Avenida Calógeras até a Rua José Antônio, com algumas extensões, como a Dom Aquino, Marechal Rondon e Barão do Rio Branco, até a antiga rodoviária.

O projeto de revitalização da região central consiste em uma série de intervenções, como recapeamento, instalação de lâmpadas de LED, microdrenagem, acessibilidade universal, padronização de calçadas, instalação de câmeras de videomonitoramento, arborização e paisagismo.

É previsto ainda, mobiliário urbano, coleta seletiva de lixo, conexão wi-fi gratuita, e semaforização inteligente para segurança de pedestres e motoristas.

Serão refeitos meios-fios e bueiros, além de bocas de lobo adicionais para dar suporte às já existentes.

14 de julho

O Reviva Centro teve início há uma década, mas as obras começaram de fato a sair do papel apenas em 2018, com a revitalização da Rua 14 de Julho, que custou R$ 60 milhões e foi inaugurada em novembro de 2019.

As intervenções na Rua 14 de Julho, compreendida como a primeira fase do Reviva, levaram um ano e meio para serem concluídas. Toda a via foi refeita, e a fiação, rebaixada.

A rua recebeu projetos de paisagismo e integrou-se ao conceito urbanístico de “via calma”.

Fonte: Mariana Moreira/Correio do Estado