Amar ou odiar alguém requer um envolvimento emocional muito forte.

Da mesma forma que o amor, o ódio também revela o grau de importância que damos a alguém ou a alguma situação. Por isso, é fundamental entendermos que, muitas vezes, o que chamamos de ódio é só uma antipatia, uma revolta e, em alguns casos, inveja, ciúmes e insegurança.

Por não sabermos nomear corretamente o que sentimos e desconhecermos as reais motivações e os gatilhos que despertam as emoções em nós, acabamos criando hábitos emocionais, ou seja, quando dizemos que “sentimos” algo, não sentimos de fato, falamos simplesmente por hábito, e sem prestar atenção nisso confundimos nosso sistema emocional e modulamos uma personalidade errada.

A consequência de não compreendermos isso é transferirmos para os outros um problema que está em nós, e perdemos a oportunidade de nos curarmos, de sermos melhores e vivermos de maneira mais feliz e equilibrada.

Além disso, quando nos permitimos sentir raiva, estamos supervalorizando pessoas ou coisas e dando acesso a sentimentos ruins que tiram de nós um bem muito precioso, a nossa paz.

Valorize suas emoções e lembre-se que é você quem decide o que entra e o que sai do seu coração.