A morte do  Francisco, em abril deste ano, adiou a canonização do beato Carlo Acutis, que seria elevado à condição de santo pelo Vaticano, na mesma semana em que o pontífice morreu. Após quatro meses, a espera pela cerimônia chegará ao fim no próximo domingo, dia 7 de setembro, quando o papa Leão XIV finalmente canonizará o jovem italiano.

Para ser considerado santo, Carlo precisou ter ao menos dois milagres reconhecidos pela Igreja Católica — o primeiro deles ocorreu em Campo Grande (MS), no ano de 2013.

Na época, o padre da Capela Nossa Senhora Aparecida, pertencente à Paróquia São Sebastião, trouxe um pedaço de uma roupa de Carlo Acutis à Capital. Doado pela mãe do beato, o artefato foi tocado pelo pequeno Matheus Lins, de apenas 8 anos, que enfrentava uma séria doença no pâncreas.

Hoje, a Capela não tem mais o pedaço da camisa do beato, pois a peça foi doada pelo padre Marcelo Tenório a outro religioso. Ainda assim, a igrejinha conta com um altar dedicado a Acutis, onde há uma relíquia com fios de cabelo e um pedaço extraído do coração do rapaz.