O lançamento oficial do sistema “Pantanal em Alerta”, ocorreu na segunda-feira (30/8), pela plataforma do Youtube. O evento teve início às 15h30, ao vivo, e ficará disponível em gravação para futura pesquisa.

O sistema “Pantanal em Alerta” é uma iniciativa do Corpo de Bombeiros, em parceria com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, que visa auxiliar os proprietários rurais, brigadistas, autoridades públicas e a toda sociedade na prevenção e combate aos incêndios florestais no bioma Pantanal.

Nesta primeira versão é possível a visualização dos focos de calor em tempo real, extraídos do site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), conjugada com a base de dados do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). Isso permite que sejam identificados os locais onde estão ocorrendo prováveis incêndios, bem como os imóveis em que se encontram, para que seja possível acionar as autoridades, proprietários e brigadistas voluntários da região, a fim de minimizar as consequências.

Futuramente, será possível realizar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) para que sejam emitidos alertas, de hora em hora, sobre focos de calor na propriedade.

Programa “Pantanal em Alerta”

O Programa “Pantanal em Alerta” objetiva estabelecer linhas de atuação do MPMS na prevenção e combate aos incêndios no Pantanal, contemplando a concentração de esforços no seguinte sentido:

1 – Estudo sobre as possíveis causas dos incêndios do ano de 2020;

2 – Criação de um sistema de alerta de risco de incêndios e atuação dos órgãos responsáveis na prevenção (Sistema “Pantanal em Alerta”);

3 – Atuação em parceria com o Poder Público diante de alertas iminentes de possíveis incêndios;

4 – Atuação em parceria com o poder público na questão estrutural, para viabilizar um programa de prevenção e combate aos incêndios florestais para o Estado de Mato Grosso do Sul;

5 – Atuação na fiscalização, investigação e punição dos responsáveis por incêndios criminosos;

6 – Atuação articulada dos Ministérios Públicos de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e Ministério Público Federal nesses Estados.

Texto: Núcleo do Meio Ambiente com edição de Waléria Leite – Jornalista/Assessora de Comunicação

Imagem: Marketing ASSECOM