O pastor Douglas Alves Mandu, de 35 anos, que também atua como coordenador de um CCI (Centro de Convivência de Idosos), foi denunciado por estuprar uma adolescente de 15 anos em 2019. Hoje, a vítima possui 21 anos e teria criado coragem para procurar as autoridades.
No boletim de ocorrência, ela explicou que estava no período de férias escolares na casa do irmão, quando o suspeito chegou. Ao bater no imóvel, ele foi logo entrando e empurrando a menor para um dos cômodos, onde consumou o estupro de maneira violenta.
Ainda em seu relato, ela explica que, após isso, Mandu saiu e retornou momentos depois com um comprimido, obrigando-a a ingerir. A vítima acredita que tomou uma pílula do dia seguinte. A mulher, na época ainda adolescente, disse que era virgem e foi ameaçada de morte pelo pastor.
Consta no registro policial que o homem teria livre acesso à residência do parente da vítima, por ser pastor da congregação que ele frequenta.
Em um laudo médico, encaminhado para o site Nova Lima News, ficou comprovado que ela desenvolveu diversos problemas psicológicos devido ao crime, precisando de acompanhamento para tratamento dos danos emocionais.
Os fatos foram denunciados na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) em fevereiro de 2026, cerca de 7 anos depois do crime.
Segundo caso de estupro envolvendo profissionais da prefeitura
O primeiro, denunciado dia 27 de fevereiro, expôs o crime que teria sido cometido pelo secretário da Juventude, Paulo César Lands, quando um servidor municipal de 22 anos acusou o secretário de estupro e assédio. O caso foi registrado na Polícia Civil e envolve episódios que teriam ocorrido desde julho de 2025.
De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem relata toques íntimos sem consentimento, insistência com mensagens de cunho sexual e, posteriormente, um episódio em que afirma ter sido abusado após ingerir bebida alcoólica e ficar em situação de vulnerabilidade.
Após a denúncia se tornar pública, o servidor chegou a ser exonerado, mas recebeu uma mensagem neste fim de semana informando que deveria retornar ao trabalho nesta segunda-feira (2). A situação ainda é considerada incerta diante da repercussão do caso.
A reportagem procurou a prefeitura para comentar o caso, mas até a publicação desta matéria não teve resposta. O espaço segue aberto para manifestações futuras.