Mato Grosso do Sul encerrou junho com saldo positivo de 2.075 empregos com carteira assinada. Foram 34.031 admissões e 31.956 desligamentos no período, segundo dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) nesta quarta-feira (29).

Resultado representa crescimento de 0,30% no estoque de trabalhadores formais do Estado. Para cada cem demissões registradas durante o mês, ocorreram aproximadamente 106 contratações..

Outro ponto positivo foi o salário médio oferecido aos trabalhadores contratados, que chegou a R$ 2.282,70. O valor teve crescimento real de 0,14% em relação a maio, já descontada a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

Avanço salarial de Mato Grosso do Sul ocorreu na contramão do Centro-Oeste, onde a remuneração média de admissão caiu 0,23%. A média regional ficou em R$ 2.290,89, apenas R$ 8,19 acima do valor pago no Estado.

Mesmo com os números positivos, Mato Grosso do Sul apresentou o menor saldo de empregos entre as unidades do Centro-Oeste. Mato Grosso abriu 8.258 vagas, o Distrito Federal criou 5.504 postos e Goiás terminou junho com saldo de 3.780 empregos.

Proporcionalmente, o crescimento de 0,30% registrado em Mato Grosso do Sul superou o resultado de Goiás, de 0,24%, mas ficou abaixo do Distrito Federal, com 0,52%, e de Mato Grosso, que liderou a região com alta de 0,85%.

No cenário nacional, o Brasil criou 145.161 empregos formais em junho. Foram 2.220.131 admissões e 2.074.970 desligamentos. O estoque nacional chegou a 48,03 milhões de vínculos celetistas ativos, com crescimento mensal de 0,30%. Nos últimos 12 meses, entre julho de 2025 e junho de 2026, o País acumulou saldo positivo de 942.854 empregos.